Posso dar chocolate para meu bebê?

A Páscoa está chegando e você ainda está na dúvida se compra aquele ovinho de chocolate para seu filho ou não. Os pequenos não são nada bobos e adoram essa guloseima deliciosa, mas será que não faz mal?

Segundo a nutricionista Ana Lúcia Cunha, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o “ideal” é que uma criança só experimente chocolate a partir de 1 ano e, ainda assim, em pequenas quantidades. “Como em geral contém açúcar e leite na sua composição, o chocolate poderá dar gases e um certo desconforto abdominal se for consumido em excesso”, alerta.

Ana Lúcia lembra também que cafeína e teobromina estão presentes nos chocolates e “são substâncias estimulantes e com poder viciante”.

Por outro lado, o chocolate é nutritivo e energético, contendo nutrientes como cálcio (bom para ossos e dentes) e fosfato, proteínas e outros minerais (indispensáveis ao crescimento), além dos fenóis e flavonóides, substâncias naturais que reduzem o colesterol e, portanto, o risco de doenças cardiovasculares e arterioesclerose.

A deliciosa guloseima fornece a energia que a criança utiliza para brincar, estudar e correr. Porém, toda essa energia para quem está acima do peso não é bom. Crianças gordinhas não devem retirar o chocolate da dieta, mas restringir como sobremesa aos fins de semana.

A sensação de felicidade que o chocolate provoca não só nas crianças é verdadeiro. A ingestão desse alimento faz com que o organismo aumente a produção da substância feniletilamina (que nome estranho!), neurotransmissor responsável por essa sensação de bem-estar.

Mas se consumido em quantidades exageradas, a criança pode se intoxicar causando diarréias, náuseas e vômitos. Nesse caso, suspender o chocolate até que os sintomas desapareçam e hidratar a criança com líquidos em abundância são os melhores remédios.
Normalmente, alguns tipos de chocolates contêm estimulantes como a cafeína que, em excesso, podem deixar seu filho mais agitado na hora de dormir, principalmente se for uma criança hiperativa. Esses estimulantes podem reduzir o apetite, sendo melhor o consumo depois das principais refeições.

Para a criança diabética, mesmo os chocolates diets têm que ser consumidos com moderação, já que o teor de gordura é ainda mais alto. Os que são intolerantes à lactose, o chocolate amargo e meio amargo não possuem leite e podem ser consumidos.

Outro probleminha desse doce maravilhoso é que muitas crianças trocam as refeições do dia a dia pelo consumo desenfreado de chocolate. E isso não é nada bom.
É importante a realização de refeições contendo todos os grupos de alimentos, para garantir o crescimento e o desenvolvimento normal da criança. Lembre-se mamãe e papai: chocolate para o seu filho só como sobremesa de vez em quando ou para reforçar o lanche da manhã ou da tarde.

Fonte: brasil.babycenter.com / guiadobebe.uol.com.br

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