Atraso na fala do bebê pode ser excesso de mimo

 
Você vai no parquinho e se impressiona com as crianças tagarelando enquanto seu filho só consegue balbuciar algumas palavras? Na escolinha ele não consegue acompanhar as crianças na hora de conversar? Saiba que segundo o site Minha Vida, essa característica, que muitas vezes pode ser só preguiça, pode estar relacionada aos mimos dos pais.
 
Um ano e meio e já conseguem balbuciar “mama” ou “papa”. É assim que acontece com a maioria dos bebês, que deixam os pais em um misto de alegria e ansiedade para ouvir a próxima palavra. Porém, para algumas crianças, essa fase pode demorar bastante para se iniciar, deixando a ansiedade dos pais dar lugar à preocupação.

Falar, para nós, é tão natural que é difícil perceber o quanto é complexo esse processo. Imagine você converter movimento em vibrações nas cordas vocais, que produzem sons. Como se não bastasse, você ainda precisa articular muito bem a boca e os lábios, para que esse som saia em forma de palavra. É muito difícil.

Por isso, a fonoaudióloga e pediatra Amariles Muniz, da Unesp, explica que os pais exercem papel fundamental na hora de estimular a criança. “Conversar bastante com ela, desde pequena, faz com que ela queira imitar e acaba facilitando o processo. Quando a criança não é estimulada a falar pelos pais, pode ficar preguiçosa e acaba demorando mais do que o normal. Se os pais dão tudo o que ela quer, ela não sente a necessidade de falar”, completa. 

 
Passou da hora?
A especialista explica que, a partir dos cinco meses de idade, os bebês já começam a emitir alguns sons na tentativa de se comunicar, mas é por volta dos dez meses que eles começam a falar palavras bilabiais, tipo, “ma” e “pa”. “Com um ano, as crianças já falam palavras que são reconhecidas pelos adultos. As meninas, normalmente, começam a falar mais cedo que os meninos”, diz a especialista da Unesp.

Com dois anos, dois anos e meio, a criança já é capaz de formular pequenas frases e de sair tagarelando por aí. Se chegar a essa fase e o bebê ainda não tentar falar, a mãe já deve notar que há algo errado. A fonoaudióloga Amariles alerta: “Os pais precisam se certificar de que o filho não esteja sofrendo com alguma patologia associada. A surdez, por exemplo, é muito fácil de ser percebida pelos pais. É só notar se o bebê reage aos sons do cotidiano, como uma porta batendo, adulto que fala alto, cachorro latindo”.

Caso os pais, ao levaram a criança a um especialista, descobrirem que não há nenhum problema físico, não tenha dúvida de que o motivo do silêncio está ligado ao psicológico e os próprios pais podem ser, em grande parte, os responsáveis. “O excesso de zelo ou de mimo com a criança pode ser o fator responsável. Um dos exemplos mais claros são aqueles pais que dão tudo que o filho quer assim que ele aponta o dedinho. Não deixam, portanto, espaço para ele falar e pedir. Isso, para a criança, dá a impressão de que a comunicação é desnecessária”, conta a profissional. 

 
Para essas crianças com “preguiça” de falar, Amariles diz ser muito importante o trabalho de um fonoaudiólogo. “Ele vai descobrir o que está errado na relação entre pais e filhos e vai indicar a melhor maneira para que os pais estimulem seus filhos, substituindo práticas comuns, por corretas”, esclarece.
 
 
 
A solução é conversar
Desde bem cedo, o bebê já começa a ouvir os sons. “O nenê, mesmo na barriga da mãe, consegue escutar alguns ruídos quando os pais falam com ele. Esse passo é muito importante, pois o ajuda a já ir reconhecendo a voz da mãe e do pai, através da percepção de sons agudos e graves”, ensina a fonoaudióloga da Unesp.

É por isso que conversar com seu bebê desde sempre nunca é demais. Mas atenção! Nada de falar “quiancinha”, em vez de criancinha, ou “bincá”, em vez de brincar. Amariles explica que, a partir de um ano, o ideal é falar corretamente o nome das coisas, na entonação correta. “Se os pais infantilizam demais ao falar com o bebê, pode ser que ele cresça carregando uma fala infantilizada. Existem casos também de a criança crescer no tamanho, mas não amadurecer. Quer ficar sendo sempre o bebê e expressa isso na fala”, conta a especialista.

 
Se o bebê não quer falar, não se afobe, estimule!
Os pais ficam muito ansiosos e, por isso, podem acabar pressionando a criança e intimidando o desenvolvimento dela. “A linguagem é importante porque, além de tudo, desenvolve também a parte neurológica da criança. Sons, ruídos, fala e articulação da boca, tudo isso ajuda a criança a estimular uma série de coisas no corpo e no cérebro dela”, ensina a especialista.

Se o bebê está se esforçando bastante para falar, não precisa se assustar. O segredo é continuar incentivando a fala, mas sem exagerar. A seguir, veja como fazer o pequeno se sentir mais seguro: 

1. Abaixe-se até ficar na altura da criança toda vez que for falar com ela. Assim, ela poderá enxergar melhor os seus movimentos de lábio e mandíbula;
2. Fale sempre a forma correta das palavras;
3. Se você perceber que ela tem dificuldade para falar certas palavras, tente usá-las com mais frequencia quando estiver conversando. Não se esqueça de que a criança aprende por repetição;
4. Incentive-a a conversar mais quando ela disser alguma palavra. Faça sempre pequenas perguntas enquanto estiver conversando com ela e espere a tentativa de resposta.

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Fonte: Minhavida.com.br

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12 dúvidas comuns sobre engatinhar e andar

 Chega uma certa idade do bebê que ele vai se tornando mais independente e começa a se arrastar pelo chão para conseguir chegar onde ele quer. Nessa hora começam as dúvidas sobre sobre quando a criança vai começar a dar seus primeiros passos e como estimular esse aprendizado. Abaixo o site da bebe.com.br separou as principais dúvidas das mães sobre esse momento. Confira:
 
 
1. Com que idade o bebê começa a engatinhar?
 

O bebê costuma engatinhar entre 7 e 11 meses. “A idade não é muito estabelecida, mas, frequentemente, as crianças começam a sentar com seis meses e passam a engatinhar em torno dos 8 meses”, explica o ortopedista pediatra Claudio Santili, professor adjunto da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

2. Como posso estimular meu filho a engatinhar?
 

É importante que os pais ofereçam oportunidades de brincadeiras no solo.  “Os pais podem ficar com o bebê no chão e colocar o brinquedo um pouco distante para que ele tente pegá-lo. O pequeno vai começar se arrastando e depois tende a passar a engatinhar”, conta a neuropediatra Saada Ellovitch, do Hospital Samaritano. Uma dica importante: evite deixar seu filho frequentemente no berço.  “Isto pode atrasar o desenvolvimento dele”, diz o neuropediatra Abram Topczewski do Hospital Albert Einstein.

3. Todos os bebês vão engatinhar?
 

Não, alguns pulam esta etapa. “Cerca de 80 a 85% dos bebês engatinham, porém há uma pequena porcentagem que não faz isso. Eles se locomovem sentados e depois passam a andar”, explica o neurologista e neuropediatra Luiz Celso Pereira Vilanova, presidente da Sociedade Brasileira de Neurologia Infantil.

4. Meu filho não engatinhou e não começou a andar, como sei se o desenvolvimento motor dele está correto?
 

É importante que seu filho vá constantemente ao pediatra, assim este profissional poderá acompanhar o desenvolvimento do pequeno e notar se há algum problema. Para os pais, vale ficar atento a outros aspectos. “É interessante observar quando a criança começou a sustentar a própria cabeça, o que ocorre por volta dos três meses, passou a sentar, normalmente eles sentam com apoio dorsal até o sexto mês e sem apoio até o final do nono mês. Por fim, até o 11º mês o bebê deve conseguir ficar em pé com apoio”, explica Vilanova.

5. Existe uma maneira correta de engatinhar?
 

Não há uma maneira correta de engatinhar. “A grande maioria dos bebês realiza a alternância de quatro pontos de apoio, mas há aqueles que fazem com três pontos, não existe uma regra. Às vezes, quando o pequeno engatinha super bem, ele demora para testar outros métodos de locomoção”, diz Santili.

6. Com que idade o bebê começa a andar?
 

A faixa de normalidade para o bebê começar a andar é entre 11 meses e um ano e meio de idade.

7. A partir de quando devo me preocupar se meu filho não começar a andar?
 

Quando a criança completar um ano e meio e ainda não andar. “Caso o bebê continue com dificuldade para andar, problemas para se manter em pé, uma avaliação com um neuropediatra se torna necessária”, recomenda Topczewski.

8. Como posso estimular meu filho a andar?
 

Deixar o bebê no chão, sempre com segurança, é a melhor forma de estimulá-lo. “É preciso oferecer oportunidades para a criança ficar de pé e andar. Formar uma espécie de corredor entre o sofá ou outro móvel é uma alternativa. Dar o braço ou a mão para o bebê se apoiar também é interessante”, diz Santili. Segurar o bebê pelos bracinhos e andar com ele, o que é muito comum entre os pais, não é recomendável. “Isto porque o bracinho faz parte do controle do equilíbrio e há até o risco de o pequeno desenvolver um problema no cotovelo. O melhor é segurar o bebê pelo tronco”, afirma Santili.

9. Há um jeito certo de andar?
 

Ao começar a andar é normal o bebê se locomover com as pernas mais abertas. “Quando a criança passa a ganhar equilíbrio é comum ela alargar a base”, explica Santili. Porém, há certas maneiras de andar dos pequenos que podem ser sintomas de problemas mais sérios, portanto é recomendável uma avaliação do pediatra. “Andar nas pontas dos pés pode não ser nada e perto dos dois anos a criança perde esse costume, mas é melhor fazer uma avaliação com o neuropediatra, pois pode significar uma alteração no neurodesenvolvimento”, conta Ellovitch.
Caso o bebê tenha as pernas arqueadas, como um caubói, não há motivo para pânico, mas é importante acompanhar o caso com um ortopedista. “Se esta deformidade for simétrica e dentro dos parâmetros ela se corrige espontaneamente por volta dos cinco anos”, diz Santili. Porém, caso as pernas da criança sejam assimétricas, uma reta e a outra arqueada, por exemplo, é importante maior atenção e avaliação médica.

10. Os bebês prematuros demoram mais para começar a andar e engatinhar?
 

O desenvolvimento dos bebês prematuros pode ser mais lento, afinal é preciso dar o devido desconto aos pequenos que chegaram antes do previsto, mas não será sempre assim. “Há uma defasagem do ponto de vista motor, mas até o 15º mês é de se esperar que já esteja igual as demais crianças”, conta Vilanova.

11. Meu filho estava andando, mas depois começou a não andar mais, parece que desaprendeu. Isso é normal? A vacina pode causar isso?
 

Isto não é comum entre os bebês e é recomendado marcar uma consulta com o pediatra. “É importante avaliar o caso, pois pode ser uma porção de motivos, desde birra até uma patologia mais séria”, conta Topczewski.
Caso a criança tenha tomado uma vacina e depois disto parado de andar, a injeção pode ser a causa.  “Algumas são feitas na coxa e a vacina é uma substância que pode provocar uma reação e causar um desconforto na musculatura, mas nestes casos o bebê costuma voltar a andar depois de, no máximo, sete dias”, diz Santili. O problema também pode ter ocorrido durante a aplicação da vacina. “Há o risco de a injeção atingir a raiz do nervo, levando ao comprometimento da movimentação daquela perna”, conta Topczewski.

12. O meu filho pode utilizar o andador?
 

O andador não é recomendado pela Sociedade Brasileira de Pediatra (SBP) por dois motivos: expor a criança a riscos e atrasar o seu desenvolvimento motor.  De acordo com a SBP, anualmente são realizados 10 atendimentos nos serviços de emergência para cada mil bebês com menos de um ano de idade provocados por andadores. O que corresponde a, ao menos, um caso de traumatismo para cada duas ou três crianças que utilizam o objeto. Afinal, os andadores, que podem chegar a velocidade de 1m/s, permitem com que os pequenos tenham muita independência em uma fase  na qual ainda não tem noção do perigo. “O andador atrapalha um pouco o desenvolvimento do andar porque o bebê fica o tempo todo sentado”, diz Topczewski.

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Fonte: bebe.abril.com.br

Sugestão de decoração para o quartinho da neném

A decoração do quartinho do bebê pode ser muitas vezes desafiadora. Qual cor escolher, quais móveis, usar adesivo na parede ou não, entre outras dúvidas. O Blog do Sapo e a Princesa está aqui para te ajudar a ter idéias super fofas!

Esse quartinho abaixo foi feito para a pequena Emma, de Kentucky e achei no site Project Nursery. Confira as fotinhos e inspire-se!
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Meu filho ainda faz xixi na cama. Como lidar com a situação?

Todos sabemos que os bebês e crianças muito pequenas não conseguem segurar o xixi e acabam fazendo nas fraldas ou até mesmo na cama. Mas quando a criança já deveria estar na idade de saber controlar a bexiga e continua fazendo xixi na cama, muitos pais não sabem como lidar com a situação.
Normalmente somos capazes de controlar nossa bexiga – urinamos quando queremos, no momento e local adequados – mas não nascemos assim. Nos bebês o sistema nervoso não está totalmente preparado e amadurecido para proporcionar este controle consciente. Este processo ocorre ao longo do tempo, nos primeiros anos de vida, de tal forma que aos quatro anos de idade 85% das crianças conseguem controlar a bexiga durante o dia. O controle noturno costuma ocorrer por volta dos seis anos. 

O que é enurese?

Enurese é a eliminação involuntária de urina, numa idade onde este controle já deveria existir. A enurese noturna, urinar durante o sono, é um problema psicológico e social bastante traumático para a criança, que pode mobilizar emocionalmente todo o núcleo familiar. 
Ela pode ser primária, quando a criança nunca conseguiu evitar a perda de urina, ou secundária, quando ela volta a molhar a cama após um período de pelo menos 6 meses se fazer xixi involuntariamente durante o sono. Em torno de 15% das crianças, por volta dos sete anos de idade, podem ainda apresentar episódios de perda noturna. Aos 10 anos, este número cai para 5%. 
A enurese noturna em geral apresenta três aspectos importantes:

– É um sintoma que pode ser provocado por várias disfunções diferentes;
– É por vezes motivo de atitudes punitivas, com agressões físicas e psicológicas à criança;
– É uma condição benigna e transitória. 

O que causa a enurese noturna?

Este sintoma pode ser provocado por várias situações, que se dividem em três pilares principais:

– Distúrbios do sono: a sensação de bexiga cheia/vontade de urinar não consegue despertar a criança;
– Falta de maturação do controle neurológico da bexiga, ou seja, a criança ainda não tem controle da micção;
– Aumento da quantidade de urina produzida pelos rins durante a noite. 

Como lidar com a enurese?

Alguns casos dramáticos são relatados, desde constrangimentos e castigos cruéis, até surras. As crianças, mesmo aquelas criadas em lares mais pacíficos, costumam comparecer à consulta para tratar deste problema com algum constrangimento e, por vezes, com sentimentos de vergonha e humilhação. 
Por isso é que o médico que se propõe a cuidar desses pacientes deve, desde o primeiro contato, demonstrar que verdadeiramente se interessa pelo problema, sem, no entanto manifestar pena. A criança tem que sentir que este profissional realmente se importa e que vai fazer tudo para ajudar. 

Cerca de 70% das crianças que fazem xixi na cama têm parentes que tiveram o mesmo problema, sendo que em pelo menos 40% das famílias um dos pais passou pela mesma situação.

Uma abordagem que sempre funciona é, logo após o relato do problema pelos pais, continuar a consulta com um diálogo dirigido à criança, e informando logo de início um dos aspectos do problema: a hereditariedade. Cerca de 70% das crianças que fazem xixi na cama têm parentes que tiveram o mesmo problema, sendo que em pelo menos 40% das famílias um dos pais passou pela mesma situação. 
Isto nem sempre é contado ao pequeno paciente, e quando ele passa a saber disso – e mais ainda, quando no meio da consulta um dos pais confessa que teve o mesmo problema – é impressionante como o semblante da criança muda. A face de sofrimento se transforma em expressão de alívio por descobrir-se não ser tão diferente assim. Os sentimentos que se seguem a esta revelação são múltiplos: surge a esperança de que um dia, mais cedo ou mais tarde, o problema dela também vai desaparecer. 

Tratamento

O tratamento correto depende de uma avaliação criteriosa, e, geralmente, é prescrito somente por um período de tempo, o suficiente para aliviar os sintomas enquanto o organismo está se desenvolvendo e “amadurecendo”. Não há uma conduta terapêutica única para um problema com tantas causas. Vários tipos de medicamentos podem ser usados, associados ou não ao tratamento comportamental. 
Na grande maioria das vezes, a enurese noturna tem cura espontânea, sem necessidade de qualquer tipo de abordagem mais profunda. Com o devido esclarecimento da criança e dos familiares, a ansiedade diminuiu. Em algumas vezes isso basta para o desaparecimento dos sintomas.  
No entanto, é importante lembrar que em alguns raros casos a enurese, noturna ou diurna, pode estar associada a algum problema mais grave. Isto é raro, mas quando o diagnóstico não é feito podem haver severas consequências. Crianças que mantêm este sintoma por mais tempo, e, principalmente, acima dos 10 anos de idade, devem ser obrigatoriamente avaliadas por um urologista.
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Fonte: Minhavida.com.br

Qual a idade ideal para tirar as fraldas?

Mamãe, você sabe qual o momento certo para tirar a fralda do seu bebê e incentivá-lo a usar o penico? O site Minha Vida deu algumas dicas para avaliarmos quando devemos passar para essa nova fase!
Ser mãe é dentre tantas coisas, estar atenta ao tempo de seu bebê e, se existe uma fase importante nos primeiros meses de vida dos pimpolhos, é o desligamento das fraldas. Cientistas norte-americanos recomendam paciência.

De acordo com estudo publicado no Jornal de Urologia Pediátrica e desenvolvido pela Universidade da Califórnia, o momento ideal para começar a tirar as fraldas dos bebês acontece entre os 24 e 32 meses. 

Segundo os estudiosos, o período seria ainda mais importante do que o método utilizado. Eles explicam que é nesta fase que as crianças começam a sinalizar que querem fazer xixi ou coco, um dos indícios de que chegou a hora de iniciar o processo e alertam para os perigos da antecipação ou atraso deste processo. 
O risco de desfraldar a criança antes de ela estar preparada, segundo eles, é que os pais vão ter mais trabalho na fase de adaptação da criança. O treinamento, que leva de 4 a 5 meses, poderia levar, então, o dobro do tempo e demorar além desse prazo poder trazer consequências como incontinência urinária e xixi na cama e nas calças.

Os pesquisadores dão algumas dicas de como perceber se seu bebê está pronto para passar por este processo: 

1. Observe

A criança que já sabe andar bem equilibrada e consegue identificar objetos começa a dar sinais de que chegou a hora.

Outro sinal é quando ela demonstra incômodo com o uso da fralda. Isso costuma acontecer a partir de 1 ano e meio, e o treinamento pode ser iniciado. Ela vai aprender a controlar a saída de xixi e coco em pouco tempo.

Dica: inicie o processo no verão porque a criança transpira mais, faz menos xixi e não veste tanta roupa como no inverno.  

2. O que é o que é?

Conhecer os nomes dos objetos, como banheiro e papel higiênico, e explorar o ambiente facilita a vida de quem começou a dar os primeiros passos rumo a uma vida sem fraldas.

Ensine tudo: sentar no vaso, puxar a descarga, lavar as mãos. Esse período de reconhecimento dura, em média, dois meses. 

3. Treinamento diário

O treinamento vai exigir muita paciência e determinação dos pais e de quem mais cuidar da criança. Ensine-a chamar alguém sempre que precisar ir ao toalete, deixe que fique sentada no vaso se tiver vontade. Nunca obrigue nem tenha pressa.
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Fonte: Minhavida.com.br

Alergias: Entenda mais sobre elas

Muitas crianças podem apresentar sintomas de alergia ou irritação, mas você sabe diferenciá-los? Sabe o que pode causar uma reação alérgica? O site do bebe.abril.com.br nos ensinou um pouco mais sobre o assunto!
Algumas crianças apresentam a reação na presença de mofo e, outras, a alguns tipos de alimento. Identifique o agente e mantenha o problema longe do seu filho

1. O que pode ser considerado uma reação alérgica?
“Uma reação alérgica é aquela que acontece quando o sistema imunológico reage de forma exagerada a alguma substância com que o organismo entrou em contato”, define Fabíola Suano, pediatra especialista em Nutrição Infantil e Diretora Científica do Instituto Girassol. Isso pode acontecer por meio de bolinhas vermelhas na pele, espirros ou até mesmo dificuldade para respirar.

2. Qual a diferença entre uma reação alérgica e uma irritação?
Apenas o médico é capaz de identificar essa diferença. Para Christiana Alonso Moron, mestre e doutora em dermatologia pela Universidade de São Paulo, um bebê não tem o sistema imunológico pronto, por isso é difícil entender a reação a um produto como uma alergia. Em geral, o que existe é uma irritação, que deixa a pele bastante vermelha e, em alguns casos, podem aparecer até mesmo bolinhas de água.
Já a alergia costuma ser comum em crianças que já apresentam outros problemas, como a bronquite e a asma. Há ainda o peso da herança familiar, ou seja, se a mãe ou o pai têm algum tipo de alergia (respiratória ou alimentar), as chances de o pequeno apresentá-la também são grandes. Além disso, nem sempre a resposta alérgica é imediata. “A criança pode, por exemplo, comer um alimento infinitas vezes e com o tempo ir incomodando o seu organismo até que ele se manifeste”, afirma Christiana Alonso.

3. Quais são os produtos que mais causam alergia nas crianças?
Produtos de higiene pessoal, como sabonete e xampu, de limpeza pesada e aqueles com corantes são os mais famosos. “Portanto, pacientes com rinite ou asma têm que evitar produtos com cheiro ou cores fortes”, defende Kátia Valverde, pediatra e alergista do Hospital Samaritano de São Paulo. “A borracha e o níquel, substâncias encontradas nas bijuterias, também costumam causar bastante alergia. Por isso, é bom evitar esses artigos entre as meninas pequenas”, lembra Christiana Alonso Moron. Os ácaros, presentes nos carpetes e nas cortinas, pelos de animais e o pólen das plantas também entram na lista dos itens que levam às reações alérgicas.

4. E os alimentos?
Os alimentos considerados mais alergênicos – e responsáveis por 90% dos casos –, segundo a publicação americana Current Opinion in Pediatrics, são o leite de vaca, o ovo, a soja, o trigo, o amendoim, as nozes, os peixes e os mariscos. Entre eles, o mais preocupante é o leite, que costuma ser frequente no cardápio infantil. É claro que a resposta depende de outros fatores e, entre eles, está a predisposição genética para o problema e como os alimentos foram introduzidos na rotina da criança. “Sabemos que oferecer alimentos ao bebê muito cedo é um importante fator desencadeante de alergia”, lembra Kátia Valverde.

5. Quais são os primeiros sinais de uma alergia alimentar?
“Podem aparecer sintomas até duas horas depois da ingestão”, explica Fabíola Suano, pediatra especialista em nutrição infantil e diretora científica do Instituto Girassol. Os mais comuns são a coceira e a vermelhidão. No entanto, algumas pessoas podem ter dificuldade para respirar, causada pelo chamado edema de glote, e queda de pressão. Nesses casos, é importante procurar o pediatra o mais rápido possível.

6. É comuns crianças apresentarem reações alérgicas?
“Cerca de 5 a 6% das crianças menores de 3 anos têm alergia a algum alimento, o mais comum (80%) é o leite de vaca”, explica a pediatra Fabíola Suano. Os asmáticos têm mais riscos ainda de desenvolver o problema. “Com relação à rinite alérgica, ela acomete quase 20% da população geral no Brasil, sendo 33,4% crianças e 34% adolescentes”, completa Kátia Valverde.

7. Quais são os primeiros sinais de alergias de pele?
“Coceira e formação de placas avermelhadas e, às vezes, inchaço”, esclarece Kátia Valverde.

8. É verdade que uma criança pode ter alergia a fraldas?
Não é uma alergia, mas uma irritação. Nesse caso, a causadora do problema é a amônia, substância presente na urina e que agride a pele delicada do bebê. “Essa dermatite é bem vermelha”, explica Christiana Alonso Moron. Em alguns casos, ela ainda pode vir ladeada por bolinhas. Daí, o mais indicado é conversar com o pediatra para ver a melhor maneira de tratá-la.

9. As famosas brotoejas são um sinal de alergia ou de irritação de um produto?
Não. “A brotoeja é causada por uma imaturidade das glândulas da criança, que não conseguem excretar todo o suor que o bebê produz. Esse excesso acaba se depositando numa camada mais profunda da pele e é isso que causa as bolinhas vermelhas”, explica a dermatologista. O problema aparece quando, por algum motivo, o bebê sua demais, seja porque foi excessivamente agasalhado, seja porque viajou para um lugar onde a temperatura está mais quente. Além disso, produtos que colaboram para a oleosidade da pele ou muito cremosos podem levar ao problema. Daí a importância de aplicar cremes, protetores solares e outros cosméticos específicos para crianças e para cada tipo de pele.

10. Existe algum tratamento para acabar com uma alergia?
“A alergia, seja ela qual for, é considerada uma doença crônica, portanto, ela não acaba, não tem cura, e sim controle”, aconselha Kátia Valverde. E o controle é simples: mantendo a higiene do ambiente e evitando os alimentos campeões de alergia entre as crianças. Em alguns casos, é preciso lançar mão de medicações específicas. “Não há nenhum remédio, vacina ou coisa parecida que acabe com a alergia”, completa a pediatra Fabíola Suano.

11. Uma criança será sempre alérgica?
No caso dos alimentos, a criança pode criar tolerância com o passar dos anos. “Cerca de 85% dos alérgicos ao leite de vaca saram por volta dos 3 anos de idade. Já crianças alérgicas ao ovo podem melhorar somente na idade escolar”, explica a diretora científica do Instituto Girassol. Já alérgicos a frutos do mar ou amendoim podem nunca melhorar.

12. Quando é a hora de correr para o hospital?
Quando a reação é resistente e não passa. “E, se junto aos outros sinais de alergia e irritação, for notado um inchaço na pele e na face”, alerta a dematologista Christiana Alonso Moron.

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Fonte: bebe.abril.com.br

7 maneiras de beneficiar a amamentação do bebê

Toda mãe quer que seu filho cresça saudável e feliz. Para garantir a saúde do bebê, a amamentação é um passo importante no desenvolvimento da criança, pois o leite materno é o alimento mais completo. Ele possui muitas proteínas, carboidratos, minerais, gorduras, vitaminas, enzimas e imunoglobulinas, que vai proteger o neném contra várias doenças.

O Site Minha Vida explica que, de acordo com a área técnica da saúde da Criança e Aleitamento Materno do Ministério da Saúde, a estimativa é que o aleitamento exclusivo evitaria 13% das mortes em crianças menores de cinco anos em todo o mundo. E mais: cerca de sete mil mortes de recém-nascidos no primeiro ano de vida poderiam ser evitadas com a amamentação na primeira hora do parto. Confira abaixo, sete medidas essenciais para ajudar a amamentar o bebê da maneira correta.

Desde a gravidez, os hábitos alimentares precisam ser os mais saudáveis possíveis. Na fase de amamentação, cuidar da alimentação da mãe é essencial. De acordo com o nutrólogo Celso Cukier, do Hospital e Maternidade São Luiz, durante a fase da amamentação a mãe aumenta seu gasto calórico em 30%. “É importante suprir essas necessidades da mãe, com um cardápio equilibrado e variado. A mulher deve se alimentar a cada três horas e procurar por alimentos que forneçam boas doses de proteínas, como leite e carnes. E não pode esquecer o carboidrato, para dar muita energia”, aconselha o especialista. Procure incluir também alimentos chamados galactogogos, como o chá de erva-doce e caldo de cana, uma vez que aumentam a produção do leite. E modere o consumo de alho, cebola, pimenta e alimentos muito condimentados, pois podem mudar o sabor do leite.

dor ao amamentar - foto: getty images Socorro, meu leite empedrou! O ingurgitamento mamário, ou popularmente leite empedrado, acontece quando a bebida fica presa na mama por causa da sucção inadequada ou do esvaziamento incompleto do peito. Isso acaba deixando os seios rígidos, causando dor e até febre. Mas existe prevenção: deixar o beber mamar bastante ou retirar o leite com as mãos ajudam a esvaziar o peito.
cuidados com o seio - foto: getty images Cuide do seio. É muito comum as mamães desenvolverem fissuras no bico do peito com a amamentação ao longo dos primeiros meses. Isso porque a pele da aréola é muito fina e sensível e os fortes movimentos de sucção do bebê podem causar rachaduras e muita dor. Calma, não precisa sofrer. Existe um modo muito mais fácil do que você imagina para evitar esse tipo de situação. A consultora em aleitamento, Evangelista Kotzias dos Santos, ensina que tomar banhos de sol e passar bucha na região ajuda a engrossar a pele. Para aquelas mães que estão sofrendo com as fissuras, a dica é passar um pouco do próprio leite em cima da ferida, pois ele tem alto poder de cicatrização. “Em casos mais graves, o médico pode recomendar uma pomada cicatrizante. Mas lembre-se de lavar o bico do peito sempre que for amamentar, para o bebê não ingerir o remédio”, ensina a consultora.
gravidas cuidados - foto: getty images Durante os meses da gravidez e da amamentação, os seios aumentam muito de volume e seu sutiã pode crescer até três números. A pele estica bastante, portanto podem aparecer estrias e é comum a flacidez do tecido. Mas nada disso é desculpa para não amamentar! “Para prevenir flacidez e estrias, capriche na hidratação desde a gestação, usando cremes específicos e se lembrando sempre de lavar os seios antes de amamentar, para o bebê não ingerir o hidratante. E trate de usar bons sutiãs de sustentação, com alças largas, aros e bojos firmes”, ensina consultora em aleitamento, Evangelista Kotzias dos Santos.
mamãe amamentando - foto: getty images Colocar o bebê na posição correta é imprescindível para evitar que ele engasgue ou tenha dificuldade de tomar o leite. Em relação às mães, segurar o bebê de maneira errada pode gerar dores na coluna e estresse. E nem você, muito menos o seu filho, precisa sofrer na hora da amamentação. Procure deixar o bebê posicionado na mesma altura do mamilo, com a cabeça repousada no antebraço da mãe. Se a criança for maior e estiver irrequieta, segure-a por trás dos ombros. O bebê deve ser capaz de alcançar o peito facilmente, sem precisar se esticar, nem girar a cabeça. A mãe deve aproximar o bebê do peito, e não o peito do bebê. Com o bebê bem posicionado, é só esperar que ele abra bem a boca para iniciar a amamentação.
leite materno - foto: banco de imagens Muitas mães falam, mas é um mito acreditar que o leite materno é fraco por ter uma aparência aguada. “Realmente, o leite materno não tem a mesma consistência do leite de vaca, por exemplo, que é bem mais grosso. Mas essa aparência aguada não quer dizer menos nutrição. Se você mantém uma dieta equilibrada e oferece o peito sempre que o bebê pede, vai produzir leite de qualidade, na quantidade certa, e não precisa complementar a dieta do pequeno com nada”, explica a consultora Evangelista Kotzias. Lembrando que a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que os bebês se alimentem apenas com leite materno até os seis meses de vida e, depois, que ele seja usado como complemento da alimentação até os dois anos de idade.
bebe dormindo - foto: getty images Estudos que comprovam os benefícios da amamentação não são poucos. Um dos mais recentes reforçou a lista. O estudo foi conduzido pelos pesquisadores da Universidade de Southampton, na Inglaterra e mostrou que a amamentação ajuda a reforçar a saúde dos pulmões. Por meio da análise de 1.500 bebês, foi observado que aqueles que haviam sido amamentados por, pelo menos, quatro meses tinham um funcionamento melhor do pulmão, quando comparados com aqueles que tiveram a mamadeira como principal opção.

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Fonte: http://www.minhavida.com.br

Dica de decoração: Quadros para quarto infantil

Os quadros sempre foram clássicos na decoração da casa. Agora eles estão com tudo na decoração dos quartinhos das crianças! Eles deixam o quarto mais alegre, divertido e com um ar elegante e diferente do comum!
O Sapo e a Princesa separou algumas fotos para servirem de inspirações para as mamães.

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Estudo diz que escolha do nome pode influenciar no futuro do bebê

 Escolher o nome do bebê que está chegando é uma tarefa difícil e é realmente importante que a escolha seja feita com muito cuidado, pois o nome da criança poderá influenciar o seu comportamento no futuro. Pelo menos é o que diz um estudo feito pela Northwestern University, nos Estados Unidos.
Segundo um dos pesquisadores do estudo, David Fiflio, os nomes das pessoas podem influenciar a forma como elas pensam em si mesmas e a forma como as pessoas pensam sobre elas.

Dar a seu filho menino recém-nascido um nome que soe feminino pode significar problemas de comportamento na vida adulta. E os nomes originais e incomuns podem trazer dificuldades também, como mostrou o estudo realizado com 3 mil pais. Um em cada cinco pais lamenta o nome que escolheu para o seu filho. Na pesquisa, os relatos mostravam que muitos deles estavam angustiados sobre os nomes incomuns ou de grafia estranha que tinham escolhido. E mesmo aqueles que não lamentaram explicitamente a escolha do nome, admitiram haver nomes que preferiam ter escolhido. O estudo foi encomendado pelo site britânico Bounty.com, que apresenta a lista dos nomes mais populares da história.

Os resultados da pesquisa mostraram que as crianças que tem nomes que servem tanto para meninas como para meninos são mais propensas a portar-se mal. Além disso, ao acompanhar os alunos de universidade, os pesquisadores descobriram que meninas com nomes mais femininos optam mais por cursos avançados de ciências humanas, já mulheres com nome unissex são mais propícias a escolher cursos de exatas.

A pesquisa mostrou também que há uma forte ligação entre gostar do nome e autoestima. Segundo outra pesquisadora do estudo, Jean Twenge, aqueles com alta autoestima geralmente gostam das letras que estão em seus nomes, especialmente a primeira letra, quando são submetidos a testes psicológicos de análise. Os cientistas disseram ainda que o nome pode ser um reflexo do estilo de vida dos pais. O pai que deseja que o filho se destaque socialmente e dá a sua criança um nome incomum, provavelmente terá um estilo parental que enfatiza a singularidade da criança, por exemplo.

Em geral, os pais acabam por perceber esses aspectos mais tarde. Como mostra o site Bounty, um quinto dos pais participantes do estudo desejavam ter escolhido um nome mais fácil de soletrar e um em cada 10 pensou que o nome escolhido foi inteligente no momento, mas disse que a novidade tinha se desgastado depois.  

Como escolher o melhor nome

Na hora de escolher o nome do seu bebê, você pode seguir alguns passos para não errar. Confira algumas dicas:

Consulte o significado: Há quem diga que o nome é como um talismã, capaz de determinar a sorte de quem o carrega. Acreditando ou não, sempre vale investigar o significado do nome antes de escolher, nem que seja para efeito de desempate entre os candidatos;

Rótulos prévios: O nome pode sugerir a origem, o contexto cultural, a época e até o lugar em que a criança nasceu. Davi e Sara são pistas de uma ascendência judaica, por exemplo. Costume antigo, outros nomes lembram o mês em que o bebê nasceu, caso de Júlio (julho) e Augusto (agosto). Reflita sobre as marcas que você quer (ou não) que seu filhote carregue;

Cuidado com homenagens: Os artistas, atletas, líderes políticos e personagens de livros, novelas e filmes são sempre uma fonte de inspiração. Mas é preciso ter bom senso. No futuro, sua filha roqueira pode detestar o nome “Sandy”;

Nem sempre é bom inovar: A originalidade é bem-vinda, mas sem exageros. A linha que separa o bonito do esquisito é muito sutil quando se trata de nomes inventados. Pense que o nome precisa sobreviver a décadas. Ou seja, daqui a 50 anos, seu filho vai continuar a carregá-lo, para bem ou mal.

Nome ou apelido: É da nossa cultura diminuir os nomes ou dar apelidos às pessoas. Leve isso em consideração também: um nome muito grande, complicado ou estranho talvez seja pouco usado, porque será mais fácil chamar pelo apelido. Pior quando o nome dá origem a apelidos nada bonitos. Pense em todas as possibilidades!

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9 dicas de pediatras para o seu filho crescer com saúde

O site Minha Vida separou para as mamães nove conselhos de pediatras para a criança crescer saudável! Confira as dicas:

Mantenha a cartela de vacinação em dia

Vacinar o bebê ou a criança ajuda na prevenção das doenças para as quais existem vacinas. “A vacina é uma imunização passiva, ou seja, o organismo cria anticorpos contra a bactéria ou vírus que causam a doença sem ficar doente”, diz a pediatra Ana Gabriela Pavanelli Roperto, do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, em São Paulo. Além disso, a vacinação aumenta a produção de células defensoras protegendo o nosso corpo inclusive contra outras doenças. Um total de 12 vacinas deve ser tomado até os seis anos, conforme recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Associação Brasileira de Imunizações. São elas: BCG, Hepatite B, Tríplice bacteriana (difteria, coqueluche e tétano), Poliomielite, Haemophilus influenzae tipo B (meningite, epiglotite, septicemia, pneumonia), Pneumocócica conjugada (meningite, pneumonia, sepse, bacteremia e otite média aguda), Rotavírus, Meningocócica C conjugada (meningite), Influenza, Tríplice Viral (sarampo, caxumba e rubéola), Varicela e Hepatite A. “Fora essas, a vacina contra a Febre Amarela é fundamental em áreas de alto contágio e também deve ser feita também nessa fase da vida”, completa a especialista.

Amamente o seu filho pelo menos até os seis meses de idade 

Segundo a pediatra Ana Gabriela, o leite materno possui um importante papel na imunidade dos bebês, pois contém células de defesa e fatores anti-infecciosos que têm a função de proteger o organismo dos pequenos. “O leite ainda tem ação bactericida, protegendo os recém-nascidos de doenças infecciosas, alergias, obesidade e diabetes, além de conter nutrientes que trazem efeito positivo no aprendizado e no desenvolvimento da cavidade bucal”, completa a especialista. A Organização Mundial de Saúde (OMS), o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam amamentação como único alimento para o bebê por aproximadamente seis meses. Após esse período, a amamentação deve ser e complementada com outros alimentos até os dois anos ou mais.

Monte um prato colorido 

A partir dos seis meses de vida, é necessário começar a introduzir os outros grupos alimentares na dieta da criança. “Os alimentos sólidos contém componentes como fibras, vitaminas, oligoelementos e proteínas, mas no inicio da alimentação complementar eles precisam ser amassados e oferecidos em forma de papinha, pois os lactentes podem se engasgar”, diz a pediatra Ana Gabriela.

A dieta de qualquer criança deve ser extremamente equilibrada, incluindo leite, verduras, legumes, frutas, cereais e carnes brancas e vermelhas. O resultado é um prato rico em nutrientes essenciais para proteger o organismo. ‘Uma alimentação balanceada é o primeiro passo para um sistema imunológico forte e a prevenção do excesso de peso, que pode gerar outros problemas no futuro”, diz o pediatra e neonatologista Marcelo Reibscheid, do Hospital São Luiz, em São Paulo.

Quando a criança já está maior e consegue mastigar, é importante continuar incentivando a dieta equilibrada. Marcelo afirma que é comum, logo nos primeiros anos de vida, os pais passarem a oferecer refrigerantes, doces e alimentos industrializados para as crianças, como salgadinhos e bolachas. “Experimente trocar esses lanches por frutas, para a criança acostumar com o consumo desses alimentos mais saudáveis desde cedo, e restrinja as guloseimas”, afirma.

Respeite a soneca da tarde 

Além das oito horas de sono diárias, é importante que crianças de até cinco anos de idade tenham a chamada soneca da tarde ou soneca do dia. De acordo com o pediatra e neonatologista Jorge Huberman, do Instituto Saúde Plena e do Hospital Albert Einstein, o sono da tarde melhora a produtividade da criança, diminui a irritação, ajuda no desenvolvimento cognitivo e melhora a coordenação motora. “A ansiedade gerada por dormir pouco pode inclusive fazer com que a criança coma mais do que o necessário, predispondo a obesidade”, aponta. Segundo os especialistas, o sono no período da tarde é obrigatório até um ano e meio, e após essa idade fica a critério da criança escolher se quer tirar um cochilo ou não. “Algumas crianças já ficam descansadas com as oito horas de sono da noite, não sendo necessária a soneca”, diz Ana Gabriela. ?Por isso é importante conversar com a criança, para entender a necessidade desse descanso ou não?, completa.

Deixe a criança brincar ao ar livre 

Muitas mães e muitos pais acreditam que se a criança brincar ao ar livre, estará altamente exposta a vírus e bactérias, correndo mais risco de pegar doenças. Segundo o pediatra Jorge, o cuidado pode ter efeito contrário. “Crianças que brincam apenas em lugares fechados são mais propícias a ficarem doentes, pois esses ambientes concentram um número maior de vírus, bactérias e ácaros”, diz. ‘Ao brincar ao ar livre, a criança entra em contato com outras pessoas e cria mais anticorpos, aumentando sua imunidade, além de o contato com a natureza e com outras crianças proporcionar mais diversão e uma qualidade de vida melhor.”

Outro benefício de brincar ao ar livre é o fato de criança tomar mais sol, que é um bactericida natural. “A exposição ao sol de maneira saudável, sempre com proteção e nos horários adequados, deixará os ossos da criança mais fortalecidos, assim como sua imunidade”, afirma Marcelo Reibscheid.

Ensine a criança a manter hábitos de higiene

É importante que desde cedo a criança tenha consciência da importância da higiene diária, desde lavar as mãos antes de comer ou após sair do banheiro até tomar banho e escovar os dentes após as refeições. ‘Manter os hábitos de higiene retira impurezas e diminui a quantidade de bactérias, vírus, vermes e outros micro-organismos que ficam alojados nas mãos e no corpo”, diz a pediatra Ana Gabriela. “Com isso, prevenimos a transmissão de doenças infecciosas como verminoses, gripes, resfriados e diarreias e evitamos problemas com cáries e gengivites.”

Estimule a prática de exercícios 

Se não for exagerada, a atividade física só trará benefícios para a criança. “A prática de exercícios estimula o desenvolvimento físico e da musculatura, da coordenação motora, previne a obesidade e incentiva o convívio social”, diz o pediatra Marcelo. Segundo o especialista, o incentivo a movimentos como sentar e levantar podem ser feitos a partir dos seis meses de idade, e o estímulo a prática de atividades esportivas estão liberados a partir do primeiro ano de vida. “Existem também aulas de natação e ioga para bebês para serem feitas junto com os pais, e exercícios fortalecem o vínculo afetivo entre pais e filhos”, diz Marcelo.

Estabeleça uma rotina 

“As crianças não gostam de nada que seja desconhecido ou mal planejado, e acabam ficando estressadas”, alerta o pediatra Marcelo. Por isso, é interessante criar uma rotina com horário pré-estabelecidos para o banho, refeições, descanso e demais atividades do dia. “Dessa forma, após cada atividade a criança saberá o que virá na sequência e terá conhecimento do seu dia a dia, fator que melhora o desenvolvimento cognitivo e previne a ansiedade.”

Deixe a criança longe do fumo passivo

O fumante passivo inala as mesmas substancias tóxicas que o fumante ativo. São tóxicos que, entre outros problemas, podem causar alergias respiratórias (como asma, rinite e sinusite), dificultar a aprendizagem da criança e até prejudicar sua audição. “Bebês que são constantemente expostos ao fumo passivo ainda podem ser vítimas da Síndrome da Morte Súbita Infantil, causada pelas substâncias tóxicas do cigarro”, alerta a pediatra Ana Gabriela. E não adianta fumar longe da criança: as substâncias ficam impregnadas na sua roupa, nas paredes e nos móveis da casa, onde a criança pode passar a mão e levar os dedos contaminados à boca, sofrendo os mesmos efeitos.

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Fonte: http://www.minhavida.com.br